Ordem na Expedição

27 12 2009

O responsável por fazer tudo caber no carro e chegar são e salvo até Lima é Leonardo Berges Bento, o coordenador de logística da Expedição Interoceânica. Leo, que já tem cinco ralis dos sertões nas costas, conta que todo o percurso teve de ser planejado de forma a otimizar o tempo e conciliar a rota com os objetivos desta viagem.

A expedição deve passar pelas principais cidades da estrada Interoceânica, mas, é fundamental que as paradas aconteçam em municípios maiores com estrutura e suporte para eventuais problemas e consertos de última hora, sem contar na praticidade de acomodações.

Além de temperatura extremas que vão de zero até quase 40 graus de temperatura, foi necessário fazer uma previsão de extras, por isso, os carros levam além das bagagens pessoais de cada um, também equipamentos como barraca, sacos de dormir, cadeiras, cozinha de camping. Isso sem contar os materias como câmeras, tripés, acessórios de iluminação, microfones, etc. Também o grupo precisa estar prevenido para enfrentar a Cordilheira dos Andes, a mais de 4 mil metros de altura.

Segundo Leo Bento, na altitude muitos terão problemas como pressão, cansaço fisico, fadiga e outras reações. Por isso existe uma preocupação de que todos fiquem bem e se alimentem corretamente, evitando comidas mais substanciais que levem mais tempo para serem digeridas.  Em alguns locais, a opção de pernoite será em acampamentos, e sobre isso, acrescenta Leo: “Acredito que estes sejam os momentos mais importantes, em que o grupo terá que desenvolver o verdadeiro espírito coletivo”.

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